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Condenado por peculato ex-prefeito de Leme é preso em Miami

Após procedimento investigatório criminal instaurado na Promotoria de Justiça de Leme pelo promotor de Justiça Leandro Viola, o ex-prefeito de Leme Geraldo Macarenko foi localizado e preso em Miami, Estados Unidos, nesta quinta-feira (10/8). A prisão contou com o apoio do consulado norte-americano e da Interpol.


Macarenko tinha mandado de prisão expedido no âmbito de uma ação que o condenou, em primeira e segunda instâncias, a cinco anos de reclusão em regime semiaberto por crime de peculato cometido 41 vezes.

A condenação ocorreu porque Macarenko, juntamente com Ernani Arraes, Márcio Eduardo Gomes, Carlos Rogério Alves e Luciana Cristina Mattos, no período de dezembro de 2003 a dezembro de 2004, aproveitaram-se da condição de funcionários públicos para desviar recursos pertencentes à Prefeitura de Leme, em proveito próprio e alheio.

Após a expedição do mandado de prisão, em abril de 2016, o ex-prefeito fugiu, não sendo localizado nos endereços conhecidos pela Justiça. Para tentar localizá-lo, a Promotoria de Leme instaurou procedimento investigatório criminal, recebendo a informação de que o réu poderia estar escondido nos Estados Unidos.

Além de ter que cumprir a pena a que foi condenado no Brasil, Macarenko deverá responder também por crime de fraude cometido em solo norte-americano.

Após a expedição do mandado de prisão, em abril de 2016, o ex-prefeito fugiu e não foi mais localizado nos endereços conhecidos pela Justiça. Para tentar localizá-lo, a Promotoria de Leme instaurou procedimento investigatório criminal, recebendo a informação de que ele poderia estar escondido nos Estados Unidos.
O local e as circunstâncias da prisão não foram divulgados. Além de ter que cumprir a pena a que foi condenado no Brasil, Macarenko deverá responder também por crime de fraude cometido em solo norte-americano. O local e as circunstâncias da prisão não foram divulgados.

Em maio de 2006, Macarenko teve o mandato cassado após uma Comissão Processante da Câmara Municipal. Em agosto do mesmo ano, ele chegou a ser preso no estacionamento de um supermercado em Campinas. O objetivo da prisão decretada pela Justiça era garantir a continuidade das investigações.

Eleito em 2000 pelo PFL e reeleito em 2004 pelo PTB, ele foi acusado de desviar quase R$ 1 milhão da Superintendência de Água e Esgoto de Leme (Saecil), além de fraudar licitação e superfaturar a compra de computadores para escolas municipais. Em fevereiro de 2011, ele teve a primeira condenação pelos crimes.